Estamos prestes a encarar um tsunami de dados e uma nevasca de modelos com uma falta de expertise e é hora de reverter esse quadro de maneira favorável: desenvolvendo a expertise que ainda não temos. Big data em saúde tem potencial para revolucionar o modo como a assistência é prestada, as pesquisas são realizadas e como o governo e outras fontes pagadoras (operadoras, em geral) se relacionam com o sistema de saúde. Big data por si só não é a solução e os médicos não serão mais a principal fonte de dados sobre a saúde do paciente.

Para Charles Safran, professor associado de medicina da Harvard, existem 5 características  fundamentais do Big Data, os chamados 5 V’s :

  • velocidade;
  • volume;
  • variedade;
  • veracidade e
  • valor.

O uso do big data pode ajudar desde o diagnóstico até o tratamento e melhores condições de saúde. Por exemplo:

  • Diagnóstico precoce de doenças;
  • Ampliar o escopo do diagnóstico; e
  • Tratamento personalizado.

Por hora, um dos maiores desafios para o uso de big data na saúde é a fragmentação das informações do paciente, coletadas em instituições diferentes e não compartilhadas.

A sua empresa usa big data para tomar decisões clínicas? Conte nos comentários!

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