Segundo o Draft, um projeto editorial dedicado a cobrir a expansão da inovação disruptiva no Brasil, Ecossistema Empreendedor é: “o ambiente, formado pelos mais diversos stakeholders do empreendedorismo, no qual há interconexão, extinção de hierarquia (equilíbrio) e dinamismo. Aqui, iniciativas de apoio ao empreendedorismo são tomadas, necessariamente, em rede”.

Segundo o professor Daniel Isenberg, da Babson College, “O ecossistema de empreendedorismo consiste em um conjunto de elementos individuais – como liderança, cultura, mercados de capitais e clientes abertos – que se combinam de maneiras complexas”.

O presidente de Ruanda, Paul Kagame, afirmou que: “O empreendedorismo é o modo de desenvolvimento mais seguro”. Ele não é uma voz solitária: estudos econômicos consistentemente vinculam o empreendedorismo, particularmente a variedade de crescimento rápido, com a rápida criação de emprego e com o crescimento do PIB.

Além de Ruanda, Chile e Israel também são um terrenos férteis para o empreendedorismo – graças, em grande parte, aos esforços de seus governos. Mas não cabe somente ao Estado fomentar um ecossistema empreendedor. Os setores privado e sem fins lucrativos também devem assumir alguma responsabilidade. Em muitos casos, os executivos, os empresários familiares, as universidades, as organizações profissionais, as fundações, as organizações trabalhistas, as aceleradoras, os financiadores e, claro, os próprios empreendedores iniciaram e até financiaram ações de educação, pesquisa e suporte para novas regulamentações.

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